:: A serviço da evangelização ::

Paróquia Nossa Senhora da Medalha Milagrosa


quinta-feira, dezembro 16th, 2010

O Natal é uma festa de crianças realmente. Festa dos que sabem viver com um coração de criança. Aqueles que, na sua simplicidade, são capazes de surpreender-se, e com um olhar transparente, podem desfrutar do presente de um Deus pequeno.

Os mais enrijecidos pela vida têm dificuldade em captar a singeleza da mensagem festiva. Não é questão de idade, mas de um coração envelhecido, auto-suficiente, dominado pelos interesses próprios. Herodes diz aos magos: “Vão e informem-se cuidadosamente acerca do menino e, quando o encontrarem, venham me dizer, para eu ir também adorá-lo”. Uma vida pode estar obcecada pela eficácia, pautada por resultados e bem-estar a qualquer preço.

Os pequenos moram em um mundo diferente do nosso. Não fecharam as portas do seu ser ao bom, ao belo e ao admirável. Não se escondem atrás de uma máscara. Podem mostrar-se como realmente são, em lugar de adesivos produzidos por maquiagens artificiais, ao gosto do freguês, sempre com pretensões de agradar. Não aprenderam as mesuras da diplomacia nem do politicamente correto. Sua vida é acolhida e crescimento.

O Natal é uma graça que nos convida a despertar o que resta em nós da criança que fomos, capazes ainda de ficarmos boquiabertos e alegrar-nos com pouco. Natal é um presente que nos cabe receber, como foi anunciado pelos anjos aos pastores de Belém: “Hoje nasceu para vocês, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor”!

Paul Claudel, escritor francês, ao descrever sua conversão, nos lembra como sentiu num dia de Natal na catedral de Nôtre Dame de Paris: “o sentimento dilacerador da inocência, revelação inefável da eterna infância de Deus”. Emocionado e soluçando, começou a sair de seu “estado habitual de asfixia e desespero”.

Quando alguém se defronta face a face com a eterna infância de Deus, dificilmente continuará sendo o adulto mentiroso e manhoso de sempre. O garotinho que ainda existe em nós desperta para acolher esse Deus pequeno, “infantil”, incapaz de enganos e manipulações. Um Deus singelo, confiável, transparente, acolhedor.

Por trás da superficialidade e banalidade, que tantas vezes encobrem nossas festas natalinas, há algo que somente se pode descobrir com coração de criança: a eterna infância de um Deus, que pode despertar nossa ternura e nossa capacidade de amar gratuitamente, como os pequenos.

FREI PAULO GOLLARTE, O. CARM.



quarta-feira, novembro 17th, 2010

Venha receber muitas graças segundo o amor de Deus.
Tome posse do Milagre que Deus preparou para você.
Onze dias de Oração e Louvor em honra
à Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.

Dias 18/11 ao 27/11 às 20 horas.

No dia 28/11 às 7 da manhã
com proscissão, adoração ao Santíssimo Sacramento e Santa Missa.

quarta-feira, novembro 17th, 2010

segunda-feira, outubro 25th, 2010

A palavra Evangelho é de origem grega e significa a Boa Nova. Os Evangelhos são escritos que contam a boa nova da vinda entre os homens daquele que se fez “filho do homem”, a fim de que nos possamos tornar “filhos de Deus”.

Mas antes de ser um livro, o Evangelho foi uma Palavra pregada: antes de ser lido, ele foi ouvido. Como o Senhor Jesus tinha falado, assim falaram os apóstolos depois de sua morte. Mas eles não se contentaram em transmitir sua doutrina; acrescentaram-lhe um testemunho sobre sua vida e suas ações: “o que ele fez, o que ele ensinou”, como o diz o livro dos Atos dos Apóstolos.

O ensinamento dos apóstolos se inseria no quadro seguinte: 1 – a pregação de João Batista; 2 – a missão de Jesus na Galiléia; 3 – a missão de Jesus na Judéia e em Jerusalém; 4 – sua paixão, sua morte e sua ressurreição. Este ensinamento foi em breve consignado parcialmente por escrito, a fim de que fosse conservado com fidelidade.

É este o quadro em que se amolda a narrativa dos três primeiros evangelistas. Mateus, Marcos e Lucas, dos quais um somente era apóstolo de Jesus. É certo que estas três redações não são as únicas que foram compostas. Mas são as únicas que nos foram conservadas. Lucas faz expressamente alusão aos documentos dos quais ele se serviu para redigir o seu texto. É verossímil que tenham existido, desde os primeiros anos que se seguiram à morte de Jesus, várias coleções de palavras do Salvador (como o Discurso sobre o monte, caps. 5, 6 e 7 de Mateus), ou narrações propriamente ditas (como a da paixão). Estas três primeiras narrações, feitas num mesmo plano, foram chamados Evangelhos Sinóticos, porque o seu conteúdo pode ser abraçado de um só olhar, distribuindo-o em três colunas paralelas.

Se os Evangelhos sinóticos se assemelham a ponto de apresentarem às vezes uma reprodução textual de certas narrativas, nem por isso deixam de ter entre si grandes diferenças, que destacam a originalidade dos seus autores.

MATEUS, cujo verdadeiro nome é Levi, coletor de impostos, antes de ter sido chamado pelo Senhor para fazer parte do colégio apostólico, redigiu seu evangelho em aramaico (dialeto do hebraico), segundo uma antiqüíssima tradição, pelo ano 60. Este texto, que não foi conservado, foi depressa traduzido em grego. O tradutor, em certos lugares, parece que se serviu do texto de Marcos.

MARCOS é o sobrenome de João, primo de Barnabé, do qual se fala no livro dos Atos 12, 12. É um discípulo de Pedro e companheiro de Paulo em sua primeira viagem missionária. Seu Evangelho representa um apanhado dos ensinamentos de Pedro em Roma, pouco antes de 64. A minúcia de alguns detalhes nos garante que há nele um testemunho direto da vida e da atividade de Jesus.

LUCAS é de origem grega. É também um companheiro das missões de Paulo, aquele mesmo que escreveu os Atos dos Apóstolos pouco antes de 68. Seu Evangelho é, pois, anterior a esta data. Embora não tenha ele sido testemunha ocular dos acontecimentos, seu livro é digno de crédito por causa do cuidado que teve o autor de documentá-lo. Ele utilizou certamente o texto de Marcos e o de Mateus.

O Evangelho de JOÃO deve ser apresentado à parte. Seu autor é o apóstolo João, irmão de Tiago, filho de Zebedeu. Ele foi um dos mais íntimos discípulos de Jesus, a quem o Salvador confiou o cuidado de sua mãe no momento de sua morte. Por várias vezes ele se designa discretamente a si mesmo pelas palavras: “o discípulo que Jesus amava”. João compôs seu Evangelho, seja em Antioquia, seja em Efeso, nos últimos anos do primeiro século, mais de trinta anos após a redação dos três primeiros.

Ele não escreve para os pagãos, mas para os cristãos, que têm ouvido já numerosas objeções, e lutado para defender a fé contra doutrinas estranhas. Com uma narrativa original, completando a de seus predecessores, ele quer mostrar a divindade manifestando-se aos homens na pessoa de Jesus. Nele, ele quer mostrar o Filho de Deus, sofredor e glorificado. Apresenta-o como “a água da vida eterna”, “o pão vivo descido do céu”, “a luz do mundo”, “o bom pastor”, “o caminho, a verdade e a vida”, “a vida eterna”. Ele quer mostrar que Jesus, que era a “Luz”, não foi recebido pelos judeus, e desconhecido mesmo dos seus; e que, morto por aqueles que o rejeitavam, ele se tornou, em sua ressurreição, a manifestação gloriosa de Deus. A vida de Jesus é um dom que Deus faz aos homens, os quais poderão aceitá-lo ou rejeitá-lo.

João conta não somente fatos, gestos e discursos de Jesus, mas fala-nos também de sua experiência pessoal junto do Mestre: ele diz-nos o que Jesus é para o crente.

Os Evangelhos constituem, pois, um documento inestimável sobre a vida e o ensinamento de Jesus. Tem-se muitas vezes objetado que eles não são perfeitamente concordantes. A resposta a dar a essa objeção é que as diferenças só se referem a elementos acessórios e a detalhes.

Estas diferenças, por outra parte, são devidas ao fato de que os evangelistas não pretendem fazer da vida do Senhor, uma narrativa propriamente histórica. Os Evangelhos são escritos religiosos, doutrinais, destinados a alimentar a fé e a comunicá-la, fazendo conhecer a pessoa de Jesus. Cada autor, ao escrever, tinha seu ponto de vista particular.

Mateus escreve na Palestina para leitores judeus, seu texto se particulariza pela abundância de citações do Antigo Testamento.

Marcos quer apresentar Jesus aos pagãos, fazendo notar sobretudo o que havia de extraordinário e de valor probatório de sua missão nos milagres por ele operados.

Lucas, escrevendo também para os pagãos, tem a visível preocupação de apresentar Jesus, sob um aspecto mais atraente e comovedor, fazendo notar, antes de tudo, a bondade e a misericórdia do Salvador.

João procura mostrar aos seus leitores a divindade de Jesus e revelar-lhes um pouco de sua realidade invisível, mas conservando o cuidado de apresentá-lo como um homem no concreto de seus atos e de seus discursos.

Malgrado todas essas diferenças, a Igreja tem sempre o vivo sentimento de que não houve jamais senão um Evangelho, uma só Boa Nova de salvação, mas apresentado sob quatro formas:  segundo Mateus, segundo Marcos, segundo Lucas e segundo João.

Fonte: Livretos dos Evangelhos – Editora Ave-Maria

sábado, outubro 9th, 2010

Gostaríamos de agradecer a presença de todos e principalmente da criançada em peso, pois foi a vocês que foi dedicado este nosso evento. Agradecer também a todos os membros de pastorais que ajudaram “que puseram a mão na massa” e fizeram com que este evento acontecesse, este nosso evento foi organizado pela pastoral da catequese, à eles que lidam muito bem com toda nossa criançada nosso parabéns!

segunda-feira, outubro 4th, 2010

Traga a criançada para se divertir muito com a gente! Teremos muitas brincadeiras!

Contamos com a sua presença!